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Conhecimento e estrutura são diferenciais na gestão de comunicação

destaque-blog-kakoiQuando se contrata uma empresa de comunicação, o cliente espera muitas coisas. Mas assim como cada cliente possui uma demanda e uma necessidade única, cada empresa de comunicação possui as suas características. Mesmo assim, o que faz de uma empresa de comunicação boa é a sua capacidade de se adaptar para cada cliente.

Ediney Giordani , CCO na Kakoi Comunicação, explica direitinho qual é o papel de uma agência de comunicação – desde o primeiro contato até a entrega do relatório final.

Conhecendo o Cliente
Após fechar o contrato, os primeiros passos, antes de qualquer ação de marketing é conhecer o cliente, sua especialidade, suas necessidades, como trabalha, qual é o seu ritmo, quem será o seu interlocutor com o trabalho da agência. Este passo é o mais importante, afinal o que começa errado tem grande chance de terminar errado.

Briefing
Após um conhecimento completo, a agência de comunicação precisa conversar com o cliente para fazer a junção do que o cliente quer com o que ele precisa.   “Briefing é um conjunto de informações, basicamente uma coleta de dados para o desenvolvimento de um projeto.  Muitas vezes o cliente chega com alguma ideia na cabeça achando que esta é a melhor coisa para a empresa, mas isso nem sempre é verdade. Muitas vezes incentivado por algum case de sucesso, mas a realidade dele requer uma estratégia personalizada. Nem sempre o que funciona para uma empresa vai funcionar da mesma maneira em outra” alerta Ediney.

Criação de Peças
Quando já está definida a ação e os meios de cominicação que serão utilizados, chega o momento da criação. Peças para redes sociais, para blogs e sites, para veículos impressos ou mesmo para meios radiofônicos e televisivos são algumas ações deste momento.

“Tem cliente que pede para olhar o material para aprovação, isso é normal, mas geralmente a agência tem total liberdade com a criação deste tipo de material. Por terem profissionais já treinados que fazem este mesmo trabalho para outros clientes e com base em dados culturais, estatísticos e conhecimentos gráficos, as peças acabam rendendo o esperado e nem sempre são exatamente como o cliente quer, é uma guerrinha” brinca o especialista.

Para Ediney, as peças – criadas em cima do que foi coletado no briefing – são pensadas para alcançar  o objetivo do cliente. “Por exemplo: Quem quer vender mais no bairro apenas pode apostar em panfletos muito mais do que uma ação no Facebook. Quem pode determinar quais as ações são mais acertivas é a agência.”

Assessoria de Imprensa
Outro ponto fundamental para uma empresa alcançar o resultado final é a assessoria de imprensa. Para Giordani, esta ferramenta é espetacular quando se trata de apresentar um novo produto através de veículos de imprensa. “Pode despertar o interesse para uma entrevista, por exemplo, se a empresa tiver algo bem inusitado, for especialista em algo ou mesmo se contar com alguém que possa contribuir para matérias. Um especialista bem treinado, que usa experiência em favor da utilidade pública, torna-se referência em sua área ” exemplifica Ediney.

Redes Sociais
As ferramentas sociais precisam ter muito cuidado no manejo, pois é neste ambiente que vive a glória e a  queda total. “Um comentário negativo no Facebook sem uma resposta adequada ou mesmo uma peça errada, que crie uma polêmica negativa, pode afetar todo um trabalho. Mais do que apenas criar uma peça bonitinha, a agência de comunicação precisa monitorar o que está acontecendo e cuidar para que situações de risco sejam sanadas em tempo” diz Ediney.

E é pelas redes sociais que a agência consegue detectar algumas oportunidades, deixar a empresa do cliente “bem vista” pelos internautas e promover campanhas direcionadas. “Claro que para tanto é preciso ter conteúdo. Engajamento bem feito é aquele em que as pessoas interagem na página da empresa, compartilha com os seus amigos  e até defendem a empresa nas redes quando é ‘atacada’ por algum motivo. Para fazer funcionar, uma agência tem todas as ferramentas e o conhecimento para fazer isso tudo direitinho”.

Criação de Sites
Se o cliente não possui site – ou possui um que é muito ruim – Ediney recomenda fazer um novo em folha. “A concorrência está muito grande no mundo virtual e vai aumentar ainda mais. Não dá para deixar o site desatualizado com a concorrência utilizando novas plataformas e ganhando mercado. O cliente não sabe quais os caminhos para fazer um site responsivo, que indexa bem no Google, etc. Ele sabe que quer vender, quer mostrar seu produto. Então cabe a agência propor sites mais adequados para cada segmento. Aqui não falamos de preço, falamos de adequação, cada qual com sua necessidade”, diz Ediney.

Identidade visual
E todas essas ações precisam seguir um padrão que é a identidade visual. “Aquela velha história que muitos ainda ignoram de que perfil do Face precisa seguir o mesmo padrão das outras redes sociais, mas é real. Você já viu a comunicação da Coca-Cola de um jeito na internet e de outro em um anúncio de tv, por exemplo? Não. E nem verá, há uma identidade, há uma uniformidade e assim deve seguir.  Muitos clientes me falam, ah Ediney, é a Coca. Eu sei, por isso temos que seguir bons exemplos, não os ruins, temos que nos comparar sempre com os melhores”.

 

Relatórios
Uma vez criadas as ações, cabe à agência de comunicação criar relatórios para o cliente. Seja qualitativo ou quantitativo, é pelos relatórios que o cliente fica sabendo:
– O que foi feito em um período;
– Quais ações deram mais resultados;
– Nível de engajamento das peças;
– Perfil de clientes;
– Em quais veículos de comunicação ele apareceu;

“O cliente não tem como acompanhar tudo ao mesmo tempo. O relatório precisa ser fiel ao que acontece, sem mentiras ou maquiagens. É na reunião de apresentação do relatório ( o período varia de cliente a cliente mas nunca maior que 30 dias) é que os ponteiros são ajustados, há a prestação de conta e ambas as partes conseguem informações para melhorar ainda mais o traballho de comunicação”,  finaliza Ediney.

 Imagem: Ytimg

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