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Marketing de Influência – se souber usar sua marca vai aproveitar

As marcas estão em busca de engajamento, querem fazer parte da vida das pessoas e por quê? Porque são as pessoas que, agora, tem o poder literalmente nas suas mãos. Elas determinam SE vão dar atenção a algum conteúdo ou marca e QUANTO de atenção darão. Você, sua marca, seu conteúdo estarão disputando a atenção com muitas telas, a jogada é se posicionar bem.

Neste sentido temos o chamado “marketing de influência“, que nada mais é do que pegar uma “carona” na atenção já conquistada por outros e colocar as marcas em evidência. Você já deve ter visto influenciadores digitais como Thayannara OG, Kéfera, Carlinhos Maia, entre outros recebendo “coisas grátis” ou ainda fazendo as chamadas “publi” que são conteúdo pagos para eles falarem de algo.

Mas é preciso prestar muita atenção na relação influência e público. Ao fazer uma ação com influenciadores a grande sacada é falar com o público certo, da maneira correta. Para ilustrar direitinho o que estamos falando, lembre da propaganda do Roberto Carlos para a Friboi. Era de conhecimento público que ele era vegetariano, ainda assim fez campanha para uma empresa de carne, não casou, não ornou, virou piada.

Público Segmentado, não o número.

É muito comum em planejamentos de comunicação olhar míope para o influenciador: olhar somente o número de seguidores. Já falamos aqui sobre as métricas de vaidade, elas não vão levar as marcas a venderem mais, é preciso concentrar. Por exemplo, você vende equipamentos de segurança e quer fazer uma ação com influenciadores, quem você escolhe: Anita ou Alexandre Rodrigues?

Claro, é muito legal ter a Anita espelhando a sua marca, ela tem zilhões de seguidores, é linda, famosa, mas, adianta? Vai fazer você vender mais? O Alexandre tem publicação, redes e vídeos voltados para o mundo de segurança, o que ele fala sobre equipamentos e atuação é levado a sério pelo público que deve levar isso a sério. Apesar de ter um número infinitamente menor de seguidores em suas redes o resultado que ele trará para nossa campanha hipotética de equipamento de segurança será infinitamente maior.

Colocar o marketing de influência em um planejamento de comunicação é cada vez mais latente, porém, é preciso entender que o número é irrelevante, o que importa mesmo é o público certo, falar com 100 pessoas do público certo é bem mais eficiente do que falar com um milhão de pessoas do público errado. Pense nisso.

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Por Ediney Giordani
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Comunicação