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Crise, que crise? Use o marketing para enfrentar os tempos difíceis

Data: 23 de julho de 2015
Autor: KAKOI

Geralt _ pixabayQuem não é visto não é lembrado. Esta máxima pode parecer um pouco batida, mas ela contém a mais pura verdade – ainda mais em tempos de crise. Mais do que nunca, é quando o laço aperta, é que se deve tomar as rédeas e aparecer mais do que nunca para que a empresa não seja esquecida.

Isso significa que até mesmo as grandes empresas precisam de ações de marketing e estar presente na mídia constantemente.

Marcar presença e novas ações
Aroldo Glomb, assessor de imprensa da kakoi Comunicação, explica que em tempos de crise como a que se vive hoje, as pessoas tendem a gastar menos. Por isso, as empresas precisam marcar presença.

“Muitos consumidores trocam marcas líderes por outras sem muita expressão. Esta movimentação é normal e está associada ao preço, não ao produto em si. A ausência dessas grandes marcas em anúncios e ações de marketing pode abrir espaço para a concorrência” explica o jornalista.

Ediney Gordani, CCO da kakoi Comunicação, entende que as grandes marcas precisam promover inovação e investir de forma inteligente. “É preciso fugir da lógica burra que mostra a queda das vendas e a consequente queda em investimentos de marketing, é preciso saber onde investir o seu dinheiro, associar a sua marca a produtos que lhe deem condições de competição em preço e qualidade, mas que também garantam lucratividade, muitas vezes é preciso até mesmo lançar um produto chamado de “segunda-linha”, algo extremamente comum no mercado”.

O especialista da kakoi afirma que a atuação em redes sociais não é exceção a regra e que ela precisa ser cada vez mais assertiva, chegar no público correto. “Para tudo isso, claro, é preciso muito planejamento” complementa Ediney.

Promoções ou novo produto?
As promoções nem sempre podem surtir o efeito esperado e as grandes empresas optam, muitas vezes, por lançar um novo produto – chamado carinhosamente de ‘marca de combate’. A ação consiste em criar um produto com outro nome, com uma qualidade um pouco inferior para não arranhar a imagem do produto considerado carro chefe.

Ediney explica que esta opção mantém a marca tradicional e mantém o fluxo de vendas da empresa. “A P&G, por exemplo, criou nos anos 80 um papel higiênico chamado Banner, que era uma alternativa mais em conta ao papel Charmin. A vantagem é que quando a crise passa, a empresa pode seguir com esta nova linha mais econômica ou ir retirando o mesmo do mercado aos poucos sem prejuízo de imagem ou financeira” explica Ediney Giordani.

 

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